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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

VIRGINDADE: MITO, OBEDIÊNCIA OU TABU?

Há pouco soube da história de uma igreja onde os jovens costumam sair dos cultos diretamente para a balada e da balada para o motel. Para estes, não existe o menor problema em fazer sexo antes do casamento, mesmo porque, segundo a sua perspectiva liberal de ser, o que importa é o amor.

Pois é, para piorar a situação, não são poucos aqueles que acreditam, que a virgindade é coisa do passado e que Deus deseja com que todos sejamos felizes, e que em virtude disso ele apoia a liberdade sexual.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, de 1996 a 2006 o percentual de garotas que perderam a virgindade até os 15 anos saltou de 11% para 33%. Nesta mesma faixa, 47% dos meninos já tiveram sua iniciação. "A erotização está começando cada vez mais cedo e de forma intensa", afirma a psicopedagoga Quézia Bombonatto, de São Paulo.


Há pouco tempo surgiu nos Estados Unidos um movimento favorável a manutenção da virgindade. A ideia nasceu no início da década de 90 com o programa “True Love Waits” que prega a abstinência sexual até o casamento. O projeto, que percorre escolas e instituições ligadas à juventude, começou na Igreja Batista e depois foi adotado por diferentes crenças em mais 13 países. Segundo Jimmy Hester, coordenador do TLW, cerca de 3 milhões de jovens fazem parte do programa. “Esse é o número que temos documentado. Durante as palestras, alguns adolescentes assinam nosso acordo de adesão”, diz. No início, a organização lançou uma pulseira de plástico para simbolizar a filosofia. Depois o acessório foi trocado por um pingente de prata, mas só ganhou popularidade com o "anel da pureza" - acessório que pode ser usado por meninas e meninos. “Não fabricamos mais a jóia. Atualmente há inúmeras instituições que as vendem e alguns jovens preferem desenvolver seu próprio anel”, diz Hester.

Caro leitor a relação sexual é privilégio de casais casados. As Escrituras Sagradas nos ensinam que adolescentes e jovens devem viver em estado de pureza. Creio, portanto, que essa geração precisa rever seus valores não se deixando moldar pelos pressupostos deste sistema. Somos chamados por Deus a vivermos uma vida onde a liberdade e a responsabilidade transforma-se em marcas de uma geração comprometida com seu Senhor e consigo mesma.
Pense nisso!

Renato Vargens

domingo, 29 de dezembro de 2013

Cristão pode ir ao psiquiatra?

Bispo afirma que “não só pode, como muitos precisam”


O bispoWalter McAlister respondeu em vídeo a uma dúvida muito comum entre evangélicos: Um cristão pode ir ao psiquiatra?
Doenças como depressão, estados crônicos de estresse e outras doenças são cada vez mais comum na sociedade mundial, não poupando idade, sexo, condição financeira e nem mesmo religião.
Mas na hora de buscar tratamento muitos evangélicos se deparam com o posicionamento contrário de quem acredita que procurar ajuda de médicos para tratamentos emocionais é falta de fé.
No vídeo, o representante da Igreja Cristã Nova Vida diz que “não só pode, como muitos precisam” se consultar com psicólogos e psiquiatras. Ele lembra que há diversos problemas comportamentais que estão ligados ao desequilíbrio hormonal do organismo, problemas que não estão relacionados ao mundo espiritual.
“Essas pessoas precisam procurar um médico gabaritado capaz de poder diagnosticar se há um fundamento fisiológico para este problema emocional”, diz ele.
“Não é falta de fé tomar antidepressivo, depressão não é prova de que você não tem a vitória em Cristo.”
O bispo diz que é preciso quebrar este preconceito de que o cristão que está triste ou confuso não tem a vitória. “Vitória não é isso. Vitória é manter-se firme em sua fé, firme nas promessas de Jesus. O resto é um processo.”
O líder da Igreja Cristã Nova Vida indica profissionais cristãos que além dos problemas emocionais e hormonais também vão entender o lado espiritual.

por Leiliane Roberta Lopes